Produtos de IA em produção
Assistentes, agentes e RAG que entram no fluxo de trabalho e sobrevivem à escala.
Assistentes LLM · Agentes · RAG · Evals e harness de testes · Guardrails · ObservabilidadeSou executivo de IA. Trabalho para que Inteligência Artificial saia do estágio de experimento e vire capacidade operacional — sistema em produção, com dono, custo conhecido e efeito medido em receita, margem ou decisão. São 15+ anos em tecnologia e cinco papéis executivos, numa trajetória que começou escrevendo código e passou a responder pelo número.
Eu ocupo o espaço entre quem decide o investimento e quem escreve o código — e traduzo nos dois sentidos. É o que permite defender um caso de IA num comitê de diretoria pela manhã e discutir estratégia de chunking e limites de contexto com o time à tarde.
A maior parte dos projetos de IA não morre por falta de tecnologia. Morre no vão entre a demonstração que impressionou e o sistema que precisa rodar toda segunda-feira às sete da manhã, com dado real, usuário impaciente e alguém respondendo pela conta no fim do mês.
Meu trabalho é fechar esse vão. Na prática, isso quer dizer escolher os poucos casos de uso que sustentam um roadmap, desenhar a arquitetura que aguenta escala, garantir que a fundação de dados existe antes do modelo, e manter a conta de custo por interação visível desde o primeiro dia — porque é ela que decide se aquilo escala ou desliga.
Comecei como desenvolvedor .NET em 2011 e cheguei a diretoria com P&L completo e cerca de 200 profissionais. Passei por consultoria, varejo, serviços financeiros e por uma empresa que eu mesmo fundei — e cada passo tem número associado.
Better Now
Criação do portfólio de ofertas de IA/GenAI e das arquiteturas de referência que sustentam a pré-vendas consultiva. 19 ofertas empacotadas e 4 alianças ativas desde a chegada.
Keyrus
Liderança técnica e de entrega em programas de Dados e IA para grandes contas. 32 squads e 19 clientes simultâneos, com 71% de renovação e margem de projeto em 40%. Foi aqui que a conta de custo por entrega deixou de ser planilha e virou instinto.
Mayven
Mandato de reposicionamento de uma consultoria de tecnologia: oferta, discurso comercial e operação de entrega. Resultado: 9 novos contratos e +300% de receita em 12 meses.
Glupy
Fundei e liderei um produto self-service para micro-markets, do conceito ao go-to-market. 116 pontos instalados, R$ 2,9 mi de GMV processado por mês e 87 clientes B2B em 5 anos. Fundar ensina o que nenhuma consultoria ensina: que a conta fecha ou não fecha, e não existe terceiro para explicar.
Grupo FCamara
P&L completo e cerca de 200 profissionais. Progressão em 7 anos: Developer → Solutions Leader → Business Strategy Manager → Head of E-commerce & Digital → Director.
Origem
“Comecei escrevendo o código; hoje respondo pelo número.” A parte técnica não virou memória — é o que me permite saber quando uma estimativa é otimista demais.
Atuo em produtos de IA em produção, estratégia e portfólio, arquitetura e pré-vendas técnica, dados como fundação, alianças e go-to-market, e a conta de P&L e ROI. Não são serviços separados: um caso de uso mal escolhido derruba a melhor arquitetura, e a melhor arquitetura sem fundação de dados erra com convicção.
Assistentes, agentes e RAG que entram no fluxo de trabalho e sobrevivem à escala.
Assistentes LLM · Agentes · RAG · Evals e harness de testes · Guardrails · ObservabilidadeOnde aplicar, onde não aplicar e qual caso financia o próximo.
Casos de uso priorizados · Roadmap de adoção · Gestão de mudança · Enablement de timeDesenho de referência, prova de valor e a conversa técnica que fecha contrato.
Arquiteturas de referência · PoC → produção · Build vs. buy · Azure, DatabricksSem base confiável, o melhor modelo erra com convicção.
Modelagem e qualidade · Pipelines e ingestão · Governança e PII · Databricks, Snowflake, Data Factory, Power BIOfertas com hyperscalers e provedores de modelo, do pitch ao pipeline.
Co-sell com hyperscalers · Ofertas empacotadas · Habilitação de parceiros · Microsoft, OpenAI, AnthropicCusto por interação, payback e a decisão de escalar ou desligar.
Custo por interação · FinOps de IA · Payback e business case · Escalar ou desligarComeço sempre pelo processo que já dói e já tem histórico nos dados, meço um baseline antes do go-live, defino guardrails e limites de PII como requisito — não como item de backlog — e mantenho a conta de custo por interação visível desde o primeiro dia.
Essa ordem não é preferência metodológica. É o que separa um sistema que continua rodando de uma demonstração que impressionou e foi arquivada.
Começo pela dor com histórico. Processo que já incomoda e já gerou dado é o único ponto de partida em que o resultado é verificável. Sem histórico, não há como provar que melhorou — só como afirmar.
Baseline antes do go-live. Se ninguém mediu como era antes, qualquer número depois é opinião. É a diferença entre resultado e entusiasmo com a demo.
Guardrail é requisito. Escopo fechado, resposta com fonte rastreável e limites de dado sensível definidos antes do lançamento. Tratar isso como refinamento posterior é o caminho mais curto para o projeto ser suspenso pelo jurídico.
A conta desde o dia um. Custo por interação vezes volume, mais o time que sustenta. É essa conta que decide escalar ou desligar — e é melhor conhecê-la antes de o board perguntar.
Escrevo com mais profundidade sobre isso nas perguntas que eu respondo e no LinkedIn.
Ao longo da carreira, em diferentes empresas e papéis, atuei em projetos de Digital, E-commerce, Marketplaces, Integrações, Dados, Experimentação e — cada vez mais — IA, dentro de contas de varejo, serviços financeiros, indústria, saúde e bens de consumo.
A lista abaixo é de contas atendidas, em diferentes momentos e vínculos. Não implica relação comercial atual nem endosso dessas organizações.
Curso Gestão de Inteligência Artificial na FIAP (2026–2028) e tenho 14 certificações em IA emitidas por Anthropic, OpenAI, Microsoft, Google e IBM — cobrindo desde fundamentos e limitações de modelos até agentes, workflows e Model Context Protocol. Falo português (nativo), inglês e espanhol em nível profissional.
Executivo de Inteligência Artificial com mais de 15 anos em tecnologia, atualmente Head of Innovation & Partnerships na Better Now. Atua em estratégia de IA, produtos de IA em produção, arquitetura de soluções, dados e a conta de ROI que decide se um projeto escala.
Organizações que já passaram do piloto e precisam colocar IA em produção com custo conhecido e resultado medido. Na prática, isso costuma significar média e grande empresa em varejo, serviços financeiros, indústria e bens de consumo.
Pelo processo que já dói e já tem histórico nos dados. Piloto sem base confiável não vira capacidade, vira demonstração.
Custo por interação vezes volume, mais o time que sustenta. É essa conta que decide escalar ou desligar — e ela precisa estar visível desde o primeiro dia, não no primeiro susto da fatura.
Português (nativo), inglês e espanhol em nível profissional.
Respondo em português, inglês ou espanhol — a mensagem já chega no idioma da página em que você estiver.